sexta-feira, 16 de março de 2012

Descansar faz bem!


Muitas vezes a correria do dia-a-dia nos impede de dizer o quanto as pessoas são especiais, mas hoje me utilizo da comunicação interna para dizer que é um prazer dividir minha manhã com vocês. Crescer profissionalmente, pessoalmente, aprender o estilo do Sindicato... Cheguei em uma fase de mudança para a categoria e estou me adequando a ela.
Domingo, dia 18, faço 2 meses de Sindicato. Quero agradecer a vocês por tudo o que me ensinaram e ainda me ensinam e por tudo que ainda vamos crescer e viver juntas nessas manhãs.
Bom descanso!

O texto de hoje é uma homenagem as colaboradoras Silvânia e Aglailda. É de uma cantora que elas gostam muito, chamada Ana Paula Valadão. 

O descanso não é simplesmente uma opção. É uma necessidade. Ainda que alguém não possa sair de casa, viajar, "respirar outros ares", é essencial que se consiga parar com as atividades normais do dia a dia e relaxar. Chega um momento em que a mente não consegue raciocinar na mesma velocidade que antes. Tudo fica mais lento - os pensamentos, idéias, soluções. Aqui em casa já combinamos que quando estamos cansados, geralmente no final do dia, não podemos falar de assuntos difíceis, nem tomar decisões importantes, pois geralmente ficamos impacientes e podemos ser precipitados. No dia seguinte, depois de uma noite de sono reparadora, as mesmas situações que nos perturbavam parecem tão mais simples! Mas não foram as circunstâncias que mudaram. Fomos nós que descansamos e estamos prontos para lutar a batalha da vida outra vez.

Quando descansamos não estamos apenas "recarregando" as forças físicas, emocionais, mentais. Descansar também é um renovo espiritual. Quando descansamos entregamos a Deus as ansiedades, as necessidades e afirmamos nossa confiança e total dependência para com Ele. Quando alguém pára está declarando: "Senhor, eu sei que o mundo continua girando sem que eu me esforce para isso. Sei que não sou eu quem está no controle. Tu és Deus, e eu não".

O descanso está no DNA do ser humano, e por que não dizer, na estrutura do próprio universo? Afinal, quando Deus criou o mundo, Ele mesmo descansou no sétimo dia, e instituiu que tudo deveria descansar - um dia em cada sete, a cada sete anos e a cada sete ciclos de sete anos. O primeiro dia de vida de Adão foi o dia de descanso. Quando ele foi criado, tudo já estava pronto. Adão "nasceu" pronto para descansar e receber do Senhor um jardim! Até para ter sua companheira, tudo o que ele teve que fazer foi descansar! Ao acordar, lá estava Eva! Que Deus maravilhoso, não é mesmo? Ele nos chama a sermos diligentes e trabalhadores, sempre. Mas nos orienta e ensina a descansarmos, confiando nEle, e nos lembrando que somente nEle nosso trabalho não é vão. aos Seus amados Ele dá enquanto dormem.

Aos que estão de férias, desejo um precioso tempo em família, com os amigos, em viagens ou em casa, mas que seja também um tempo de descansar seu coração no Senhor. E aos que estão trabalhando normalmente, lembrem-se de parar um pouco, e descansar aos pés do Senhor e com as pessoas amadas ao seu redor.

Até breve!
Ana Paula Valadão

sexta-feira, 9 de março de 2012

Comunicação - ferramenta essencial para bons relaciomentos




Muitas vezes no ambiente de trabalho nos deparamos com a falta de comunicação dos setores e essa falta de comunicação gera um problema chamado: RETRABALHO!
O significado, como a própria palavra já diz, é trabalhar novamente.
Esse ato de ter que refazer o que já foi feito é visto de forma negativa, quando não há necessidade. Alguns procedimentos em excesso como relatórios, posicionamentos, sempre enviados e refeitos comprometem a boa qualidade do trabalho.
Uma coisa é você executar uma tarefa, ela ir ao seu supervisor, superior ... e voltar com mudanças que precisam ser feitas, com uma explicação, do que simplesmente, voltar para mudança sem algum motivo aparente.
Nesses casos , como em todos os outros a sinceridade tem que falar mais alto. Ela é a base para um trabalho feliz e livre de retrabalhos.
Bom fim de semana!

sexta-feira, 2 de março de 2012

O pior ruido da comunicação: FOFOCA.



Muitas pessoas têm de comentar com senso crítico a vida dos outros; em outras palavras, fazer fofoca.
Característica humana. Dizem que existe fofoca pelo simples motivo de vivermos em sociedade. Para que isso seja justificativa suficiente, vale lembrar que para que um grupo de pessoas passe a ser considerado uma sociedade, é necessário que tais pessoas tenham interesse umas pelas outras. Nesse caso, é inevitável que umas comentem sobre as outras.
De certa forma, ao fazer um comentário sobre alguém, estamos tentando compreender a essência da própria espécie humana, portanto estamos fazendo um exercício de auto conhecimento.
Aquele que não se interessa por ninguém padece de uma sociopatia que o leva a se afastar do convívio, o que prejudica até a relação intrapessoal. Portanto, parece que todo mundo faz fofoca.
O que varia entre as pessoas é a quantidade e a natureza da fofoca que fazem. Há gente muito fofoqueira e há os fofoqueiros circunstanciais. Há aqueles que usam a fofoca como maledicência, realmente prejudicando os que são seus alvos; e há os que se divertem com fofocas inocentes.
Mas todo mundo faz fofoca, é da natureza humana - já dizia Machado de Assis.
O grande mal da fofoca é a parcialidade da interpretação de quem a faz. Comentar algo sobre a vida de alguém é uma coisa, emitir juízo de valor sobre a mesma é outra. Dizer que o chefe do escritório está trabalhando demais e tem apresentado sinais de estresse é uma coisa; mas insinuar que ele fica no escritório porque, provavelmente, está brigado com a mulher e ainda por cima desconta em cima dos funcionários é outra totalmente diferente.
Aliás, ambientes de trabalho são um caldo de cultura ideal para o crescimento da fofoca.
Nesse caso, fofoca é como estresse: não dá para evitar, mas dá para administrar. As empresas modernas estão muito interessadas em gerar bom clima organizacional, o que equivale a ter um ambiente de trabalho saudável, em que as pessoas convivem em harmonia, colaborando umas com as outras.
O coleguismo ultrapassa a relação profissional, ainda que não se transforme necessariamente em amizade. Há discordâncias, mas também há respeito. Nesse tipo de ambiente, se houver fofoca, não será destrutiva.
Mas quando as funções se sobrepõem, e o que deveria ser colaboração se transforma em competição, é quase inevitável que a fofoca venha na garupa dos cavaleiros do apocalipse corporativo.
O psiquiatra Ângelo Gaiarsa é um estudioso da alma humana. Polêmico, não se limita aos temas clássicos da psicologia acadêmica - tanto que, entre os assuntos de seu interesse que viraram livros, encontramos um curioso Tratado Geral Sobre a Fofoca. Gaiarsa interessa-se pelo cotidiano das pessoas. Ele nos informa, por exemplo, que sua observação detectou que apenas 20% das informações trocadas entre as pessoas em qualquer ambiente têm realmente alguma utilidade. O resto é futilidade, é falar por falar. Nesse conjunto, a fofoca reina soberana.
Pertencem ao mesmo grupo coisas como falar do chefe, da mulher do amigo ou de tal atriz, sugerindo que todos eles não são o que parecem ser, mas o que tentam esconder. Então fofocamos 80% do tempo? Pode até ser, mas outro estudo dá conta de que, desse tempo, apenas 5% ou menos são utilizados para fazer fofocas negativas, aquelas que realmente podem prejudicar alguém. A maior parte das fofocas, então, é inócua. O problema é que o poder destrutivo daquela pequena parcela lembra a energia contida no urânio enriquecido.
De qualquer maneira, penso que fofocar é tocar fogo na palha.

Maurício Sheinman